Postado em 26/11/2009 10:52 por Luciana Carvalho
Postado em 26/11/2009 10:25 por Luciana Carvalho
Os Zeróis
Postado em 26/11/2009 10:03 por Luciana Carvalho
Cartum do Dia Vinte e Seis
Postado em 26/11/2009 9:01 por Luciana Carvalho
Mágicas do Maluquinho - Verdade ou mentira?

Quer deixar os outros realmente espantados com seu poder de adivinhação? Então faça esta mágica.
Pegue um baralho sem preparação nenhuma e dê para uma pessoa embaralhar. Vire-se de costas e peça a ela que retire do baralho 9 cartas a vontade. Diga a ela que escolha 1 carta dentre as 9 e mostre para os outros expectadores. Ninguém pode dizer a você, que deve continuar de costas, qual é a carta.
Peça a ela que lhe entregue oito cartas que sobraram, com as faces para baixo. Em nenhum momento você deve olhar quais são as cartas. Embaralhe as 8 cartas. Você já pode ficar de frente para os expectadores. Peça, agora, a carta escolhida, ainda com a face para baixo. Coloque-a exatamente no meio do grupo de 8 cartas. Quer dizer, ela vai ser a quinta carta do grupo.
Nesse ponto, diga que as cartas se transformaram num “Detector de Mentiras Mágico”. Sabe aquele aparelho que a Polícia Federal usa para descobrir se os suspeitos estão dizendo a verdade ou mentira durante um interrogatório? Pois é. O expectador vai começar a suar frio.
Explique que você vai fazer algumas perguntas. De acordo com as respostas, você vai pegar um número de cartas equivalente ao número de letras da respostas e colocar na mesa. A pessoa pode responder tanto verdade quanto mentira. No fim da mágica, você vai descobrir quando ela mentiu. O interrogatório vai servir para descobrir a carta escolhida.
Vou dar um exemplo. Digamos que uma das respostas foi “dez”. a palavra “dez” tem 3 letras. Você segura o macinho de 9 cartas viradas para baixo e, enquanto soletra a resposta, tira, uma por uma, as cartas de cima e coloca sobre a mesa, ainda voltadas para baixo, formando um novo montinho. Portanto, você põe 3 cartas sobre a mesa. Depois, coloca em cima delas o grupo de 6 cartas que sobraram. Pega o montinho de 9 cartas de novo e faz a próxima pergunta. O procedimento é sempre esse.
Postado em 26/11/2009 8:00 por André Ward
Tiras do Ziraldo #130 - Menino Maluquinho e a rejeição
Postado em 25/11/2009 14:27 por Luciana Carvalho
A Charge No Tempo - O rei
Postado em 25/11/2009 14:26 por Luciana Carvalho
Cartum do Dia Vinte e Cinco
Postado em 25/11/2009 10:35 por Luciana Carvalho
Contando histórias com "O Menino Quadradinho"
O menino, porém, não prestou muita atenção. Ainda estava se queixando: “Aqui não tem balão”. Etcétera levou mais
um susto: “Como não tem balão? Tem sim, senhor. Quer ver? E gritou: “Balão!” A palavra Balão, que o menino pensou que fosse levezinha e toda esvoaçante, apareceu, pesada e gordona, falando com sua voz grossa: “Alô, patrão. Chamou?” Etcétera explicou: “Esse menino disse que você não existe”. A palavra Balão deu uma risadona: “Oh, não? Eu não existo, então?”
E o menino perguntou: “As palavras são as coisas e não são as coisas, entendeu?” Vocês podem não acreditar, mas o menino entendeu. Entendeu que existem palavras, por exemplo, que são palavras leves de coisas pesadas e palavras pesadas de coisa leves; palavras bonitas de coisas feias e palavras feias de coisas bonitas; palavras de coisas que parecem que não são e palavras que são de coisas que não parecem. Entendeu que as palavras podem viver sozinhas e, todas lindas, se reunirem num jardim de palavras sem ter que ser nome de nada, só palavras, quebranto, paladar, crisântemo, braço, celacanto, bardo, sânscrito, parto, porto, trocadeiro, fortaleza, ileso, amor.
O companheiro do menino devia estar achando que ele estava encantado no meio de tantas palavras bonitas mas olhou-o nos olhos e viu que ele estava triste. Não se troca de mundo, assim, sem sofrer por muito tempo. “Que foi?” – perguntou com doçura. “Eu quero voltar para o meu começo.”
um susto: “Como não tem balão? Tem sim, senhor. Quer ver? E gritou: “Balão!” A palavra Balão, que o menino pensou que fosse levezinha e toda esvoaçante, apareceu, pesada e gordona, falando com sua voz grossa: “Alô, patrão. Chamou?” Etcétera explicou: “Esse menino disse que você não existe”. A palavra Balão deu uma risadona: “Oh, não? Eu não existo, então?” E o menino perguntou: “As palavras são as coisas e não são as coisas, entendeu?” Vocês podem não acreditar, mas o menino entendeu. Entendeu que existem palavras, por exemplo, que são palavras leves de coisas pesadas e palavras pesadas de coisa leves; palavras bonitas de coisas feias e palavras feias de coisas bonitas; palavras de coisas que parecem que não são e palavras que são de coisas que não parecem. Entendeu que as palavras podem viver sozinhas e, todas lindas, se reunirem num jardim de palavras sem ter que ser nome de nada, só palavras, quebranto, paladar, crisântemo, braço, celacanto, bardo, sânscrito, parto, porto, trocadeiro, fortaleza, ileso, amor.
O companheiro do menino devia estar achando que ele estava encantado no meio de tantas palavras bonitas mas olhou-o nos olhos e viu que ele estava triste. Não se troca de mundo, assim, sem sofrer por muito tempo. “Que foi?” – perguntou com doçura. “Eu quero voltar para o meu começo.”
Postado em 25/11/2009 8:00 por André Ward
Tiras do Ziraldo #129 - Menino Maluquinho e o politicamente correto
Postado em 24/11/2009 9:45 por Luciana Carvalho















